Voltar para o topo.
topo
FITOTERAPIA
Produtos fitoterápicos podem ser tão ou mais eficientes que os remédios sintéticos produzidos em laboratório. Até bem pouco tempo, as indústrias farmacêuticas não valorizavam nem investiam em extratos de plantas medicinais. O preconceito que cercava os produtos fitoterápicos ainda existem hoje em dia, mas já se pode observar mudanças nesse conceito a partir dos estudos farmacológicos do Ginseng feitos na Suíça e Alemanha. Mesmo assim ainda encontramos muitos médicos, muitos veterinários e, principalmente, muitos proprietários de cães completamente refratários ao tratamento com plantas medicinais.

O preconceito aumenta devido ao uso indevido e sem conhecimento de ervas medicinais. O que existe é uma série de pessoas que, por acreditarem que tratar com planta é simplesmente fazer um chá de folhas, acabam usando partes da folha sem princípio ativo, quantidade insuficiente ou exagerada, gerando na maioria das vezes ineficiência no tratamento ou alguma indisposição passageira pelo uso abusivo. Desprezar as plantas medicinais nos tratamentos para obter saúde é uma idéia absurda já que, por ser uma medicina alternativa, a fitoterapia pode ser uma opção do veterinário, ao escolher entre o remédio sintético ou o produto fitoterápico, ou o uso concomitante dos dois. Quem, hoje em dia, não ouviu falar do Ginkgo biloba cujas folhas são excelentes fontes de ferro, cálcio e vitamina C?

Da Eufrásia, erva famosa por sua capacidade de melhorar a acuidade visual e combater as doenças dos olhos ? Da Echinacea, planta com capacidade de restaurar o sistema imunológico ? Da Babosa (Aloe vera), vegetal conhecidíssimo com propriedades bastericidas e fungicidas, cicatrizante, hidratante e que, ainda age como nutriente pois contem 18 aminoácidos ? Da erva de São João, com poderes depurativos das vias respiratórias e redutora da ansiedade ? Casos de animais com dificuldade na evacuação, fezes ressecadas ou prisão de ventre, a podemos optar pela Cáscara Sagrada que age regularizando o processo natural e normal de eliminação de fezes, sem causar diarréia ou cólicas e é muitas vezes preferível do que usar laxantes ou clisteres que causam exaustão e muitas vezes trazem efeitos colaterais. Usar a Centella asiática, erva conhecida como alimento do cérebro que é um excelente recurso para os casos de AVC, por exemplo em animais atropelados, contundidos após briga, pancada, e que manifestam sintomas neurológicos de localização central como incoordenação, desequilíbrio, entre outros ou em alguns casos de seqüelas de cinomose, sem trazer as conseqüências indesejáveis pelo uso de estimulantes cerebrais é muito bom.

Escolhermos o maracujá para acalmar e dar mais conforto aos animais ao invés de calmantes que “dopam” os animais diminuindo-lhes os reflexos é, sem dúvida a melhor opção. Um veterinário experiente em fitoterapia vai, com certeza, encontrar a planta certa para cada caso Atualmente, dispomos no mercado de laboratórios fitoterápicos sérios, de qualidade comprovada que produzem produtos fitoterápicos totalmente naturais, nas concentrações certas de plantas cultivadas especialmente para servirem de remédio. Também as farmácias de manipulação fornecem os concentrados de plantas da mais alta pureza. Não é difícil se tratar um cão com fitoterapia. Seja por meio de cápsulas administradas diretamente na boca ou abertas e misturadas a água, mel, leite ou outro veículo de preferência do animal, seja por meio de chá adoçados misturados à água de beber, a terapia com plantas medicinais só lhes trará benefícios. Aves recebem a fitoterapia através do pó das cápsulas misturados a um pouco de líquido, diretamente administrado no papo ou misturado à farinhada.

Fonte: http://www.herancaecologica.com.br